Tudo sobre Gripe Suína (H1N1)
O que é
Transmissão
Prevenção
Sintomas
Diagnóstico
Tratamento
Perguntas freqüentes
Recomendações para os viajantes
Hospitais de referência
Mais informações
O QUE É

Usuários de aeroportos circulam usandando máscaras
A gripe suína é uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Embora o nome da doença faça referência aos suínos, não há indícios de que esse novo
subtipo de vírus tenha acometido porcos. Portanto, não há risco no contato e consumo de produtos de origem suína
No dia 11 de junho, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou que a gripe suína atingiu o nível de pandemia (epidemia generalizada).
Até o dia 22 de julho, vinte e nove pessoas já morreram em decorrência da gripe suína no Brasil para 29.
São Paulo, com 12 casos de óbito, lidera a lista, seguido por Rio Grande do Sul (11), Rio (5) e Paraná (1).
TRANSMISSÃO
Assim como a gripe comum, a influenza suína é transmitida, principalmente, por meio de tosse, espirro e de secreções respiratórias de pessoas infectadas.
PREVENÇÃO
De acordo com o Ministério da Saúde, cuidados básicos de higiene são fundamentais para se evitar a contaminação com o vírus A (H1N1), são eles:
- lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão;
- evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies;
- não compartilhar objetos de uso pessoal
- cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
Grandes empresas farmacêuticas e órgãos de vários governos estão desenvolvendo vacinas contra o novo tipo de gripe, mas ainda não há comercialização do produto, ainda em fase de testes. As vacinas devem começar a ser vendidas no segundo semestre.
SINTOMAS
Sintomas: febre acima de 38º e tosse, podendo ser seguida de dor nas articulações, garganta, cabeça, prostração e dificuldade respiratória – em pessoas que tenham voltado em até 10 dias dos países atingidos pela doença.
O Ministério da Saúde recomenda que se houver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.
DIAGNÓSTICO
Para se realizar o diagnostico da gripe suína, é necessário que se colete uma amostra respiratória nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e examinadas em laboratório.
TRATAMENTO
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
PERGUNTAS FREQÜENTES
1. Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos dá a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.
2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.
3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.
4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.
5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.
6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?
É importante ficar claro que vários países estão adotando a mesma prática, por recomendação da Organização Mundial da Saúde. Vamos continuar a registrar o número de casos. Como já ocorre com surtos de gripe comum, vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades de “Rede Sentinela” em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos. Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. É importante ficar claro que, a partir de agora, o objetivo não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus. Com o aumento no número de casos, passamos agora a trabalhar com o diagnóstico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A.
7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o Tamiflu. Os demais terão os sintomas tratados, de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o Tamiflu. Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), e também pessoas com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.
8. O medicamento está em falta?
Não. O Ministério da Saúde possui estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, temos matéria-prima para produzir mais nove milhões de tratamentos.
9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.
10. Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.
RECOMENDAÇÕES PARA OS VIAJANTES
Viajarão para áreas afetadas:
• Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em áreas afetadas.
Substituir as máscaras sempre que necessário.
• Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.
• Evitar locais com aglomeração de pessoas.
• Evitar o contato direto com pessoas doentes.
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
• Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
• Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
• Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes
e roteiro de viagens recentes às áreas afetadas.
• Não usar medicamentos sem orientação médica.
Chegam de áreas afetadas:
Caso apresentem febre alta repentina (maior que 38ºC) e tosse, acompanhadas ou não de dores de cabeça, musculares, nas articulações e dificuldade respiratória, em um período de até 10 dias após saírem de área afetada pela influenza suína, devem:
• Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima e informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.
HOSPITAIS DE REFERÊNCIA
AC
Hospital Geral das Clínicas de Rio Branco (Rio Branco)
AL
Hospital Escola Doutor Hélvio Auto (Maceió)
Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (Maceió)
AM
Fundação de Medicina Tropical (Manaus)
AP
Hospital de Clínicas Doutor Alberto Lima (Macapá)
BA
Hospital Otávio Mangabeira (Salvador)
CE
Hospital Universitário Walter Cantídio da Universidade Federal do Ceará (Fortaleza)
Hospital São José de Doenças Infecciosas (Fortaleza)
DF
Hospital Regional da Asa Norte (Brasília)
ES
Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Vitória)
GO
Hospital de Doenças Tropicais (Goiânia)
Hospital Materno Infantil (Goiânia)
MA
Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (São Luiz)
MG
Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte)
MS
Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossiam (Campo Grande)
MT
Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (Cuiabá)
PA
Hospital Universitário João de Barros Barreto da Universidade Federal do Pará (Belém)
PB
Hospital Universitário Lauro Wanderley (João Pessoa)
PE
Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (Recife)
PI
Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela (Teresina)
PR
Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (Curitiba)
Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná da Universidade Estadual de Londrina (Londrina)
Hospital Ministro Costa Cavalcanti (Foz do Iguaçu)
Hospital de Trabalhador da Secretaria Estadual de Saúde (Curitiba)
RJ
Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (Rio de Janeiro)
Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Rio de Janeiro)
Hospital Central IASERJ (Rio de Janeiro)
Hospital Universitário Dr. Pedro Ernesto (Rio de Janeiro)
RN
Hospital Gizelda Trigueiro (Natal)
RO
Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Porto Velho)
RR
Hospital Geral de Roraima (Boa Vista)
RS
Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (Pelotas)
Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre)
Hospital de Clínicas de Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre)
Hospital Universitário de Santa Maria (Santa Maria)
Hospital Geral de Caxias do Sul (Caxias do Sul)
Associação Hospitalar Beneficente São Vicente de Paulo (Passo Fundo)
Hospital Santa Casa de Uruguaiana (Uruguaiana)
Associação de Caridade Santa Casa do Rio Grande (Rio Grande)
SC
Hospital Nereu Ramos (Florianópolis)
Hospital Infantil Joana de Gusmão (Florianópolis)
Hospital Regional Lenoir Vargas Ferreira (Chapecó)
SE
Hospital de Urgência de Sergipe Governador João Alves Filho (Aracaju)
SP
Hospital das Clínicas da Unicamp (Campinas)
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (Ribeirão Preto)
Hospital de Base da Fundação Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (São José do Rio Preto)
Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo (São Paulo)
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo (São Paulo)
Hospital de Infectologia Emilio Ribas (São Paulo)
Hospital Estadual de Bauru (Bauru)
Hospital Guilherme Álvaro (Santos)
TO
Hospital Geral de Palmas Doutor Francisco Aires (Palmas)
Mais informações
0800-61-1997 – Disque Saúde do Ministério da Saúde para dúvidas e informações sobre a gripe suína.
Fonte: Ministério da Saúde
Última atualização: 23/07/2009
Veja também:
24 Comentários Publicados
-
Iliana Aparecida Thomé Nunes — 05/08/2009 @ 5:21
O paciente suspeito fica em observação quantos dias
até que se tome a decisão de encaminha-lo à um hos
pital de referência?
Não estão mais colhendo material para exames dos suspeitos?
Ainda são apenas 3 laboratorios de referência para efetuar os exames?
Por favor responda
Grata.
-
Equipe — 05/08/2009 @ 17:25
Iliana
acredito que este encaminhamento depende da ação que cada estado está realizando.
Mas o mais indicado é procura, nos casos suspeitos, logo o hospital de referência.Certamente, o Dique Saúde do Ministério da Saúde deve tirar todas essas dúvida.
0800-61-1997
Não deixe de telefonar e esclareça essas questões.
-
Antonete — 06/03/2010 @ 10:55
Eu tenho uma filha com 6anos , quero saber o data que eu tenho que leva-lá para tomar a vacina.
-
EDNAIRA JORGE DE LIMA — 09/03/2010 @ 6:21
Gostaria de saber como fica a situação das crianças e adolescentes dentro da faixa etária de 3 anos a 19anos ,pois eles não estão no calendário para vacinaçâo.Será que teremos que pagar?
Não podemos esquecer que a nossa população é formada na sua grande maioria de crianças e adolescentes e que muitas pessoas que moram nas comunidades mais carentes é que precisam muito mais da ajuda do governo .
Aguardo uma resposta.
Atenciosamente,
Ednaira
-
Wyana Vasconcelos Firmino — 09/03/2010 @ 9:53
Olá, gostaria de tirar uma duvida, é que minha filha tem 14 anos e vai viajar dia primeiro de Julho, ela tem direito a tomar a vacina conta a gripe suína o Posto?
Ela já está com o Passaporte e vai para os Estados Unidos,
Por favor, como devo proceder?
-
sandra salis fernandes — 09/03/2010 @ 18:05
quero saber se voces tem a vacina da gripe suina e qual o custo?
-
Sueli - Rio de Janeiro — 17/03/2010 @ 11:54
Gostaria de saber se quem tem alergia a mercúrio pode tomar a vacina contra gripe A. E também se quem teve reação alérgica à vacina antitetânica tem contra-indicação à vacina da gripe A.
Obrigada.
-
antonio jesus rossi — 21/03/2010 @ 16:13
Tenho 51anos, e nao tem uma data definida para servacinado..
Seria porque estou em tempo de aposentar-me, ou seja entre 39 a 60anos,nao ha data para vacinar estas pessoas.
Estaria o Ministerio da Saude, interessado em exterminar a populaçãodessa faixa etaria, afim de que nao se aposente, para zerar o deficit da previdência.
alguem poderia me explicar isso….
-
FERNANDA — 22/03/2010 @ 10:25
gostaria d saber a data d vacinação p/ __5 e 29 anos__ em Pelotas-RS e os locais q serão realizados???????????? se possível pois esta sendo pouco divulgado!!!! obrigado
-
admin — 24/03/2010 @ 13:33
No rio, tem um tele saúde e é possível que eles tem passem essa informação: 21. 3523.4025
-
admin — 24/03/2010 @ 13:35
Vamos listar as datas das vacina.
Profissionais de saúde e indígenas – 8 de março a 19 de março
Gestantes, doentes crônicos e crianças de 6 meses a 2 anos – 22 de março a 2 de abril
Jovens de 20 a 29 anos – 5 de abril a 23 de abril
Idosos (mais de 60 anos) com doenças crônicas – 24 de abril a 7 de maio
Adultos de 30 a 39 anos – 10 de maio a 21 de maio
-
Ana Claudia Cardoso — 30/03/2010 @ 6:34
Não estou conseguindo encontrar as datas de vacinação para adultos entre 40 e 59 anos. Este grupo não terá direito à vacinação pelo hospitais. Terão que procurar as redes particulares?
-
admin — 07/04/2010 @ 7:08
Ana Claudia
a vacina da gripe A nos postos de saúde público atende o seguinte público prioritário:
Trabalhadores da rede de atenção à saúde e profissionais envolvidos na resposta à pandemia, indígenas, gestantes, doentes crônicos, crianças de seis meses a dois anos, população de 20 a 29 anos e idosos (mais de 60 anos) com doenças crônicas.fora do grupo, a vacina pode ser feita nas clínicas particulares. Antes, consulte um médico.
-
admin — 07/04/2010 @ 7:12
Fernanda, a vacinação para cinco anos só em clinicas particulares, a não ser que a criança tenha alguma doença crônica. consulte o pediatra antes.
Já para 29 anos, a vacinação começou esta semana.
-
admin — 07/04/2010 @ 7:13
Wyana, para viajar, todas as vacinas devem estar em dia. mas a vacina da gripe A não é obrigatória para faixa etária da sua filha. Porém ela pode se vacinar em uma clínica particular. Mas consulte o médico dela antes de fazer a vacina.
-
admin — 07/04/2010 @ 7:15
Sandra, não estamos ligados a nenhuma clínica particular. Para esta informação, você tem que entrar em contato com clínicas particulares de vacinação.
O que tem sido divulgado é que a vacina vai custar em média 80 reais.
-
admin — 07/04/2010 @ 7:17
Sueli, a única contra indicação divugada pelo Ministério da Saíde é alergia a ovo.
-
admin — 07/04/2010 @ 7:21
Antonete,
crianças acima de 2 anos não serão vacinadas nos postos de saúde. Porém a vacina pode ser feita em clínicas particulares. consulte antes o pediatra.
-
admin — 07/04/2010 @ 7:22
Ednaira,
crianças acima de 2 anos e jovens com menos de 19 não serão vacinadas nos postos de saúde. Porém a vacina pode ser feita em clínicas particulares. consulte antes o médico.
-
Carlos Henrique — 12/04/2010 @ 9:52
Acho bom não ter vacina mesmo para estas faixas, afinal estamos em ano de eleição, propicio para exercitarmos nosso direito lembrando que saude deveria ser obrigação do governo.
-
Helenita Fabel — 29/04/2010 @ 14:39
Gostaria de saber se é verdade que só em minas gerais morreram 300 pessos depois de tomar a vacina H1N1
-
andrea silva — 07/05/2010 @ 15:04
A CFRB/88(CONSTITUICAO FEDERAL DA REPUBLICA DOBRASIL)garante a todos os brasileiros a protecao e o amparo a saude,lá nao diz faixa etaria,e pelo que se sabe a gripe suina nao escolhe individuo para o virus se alojar e desenvolver a doenca, portanto senhor ministro da saude,todos tem o direito a receber a vacina de forma gratuita independente de faixa etaria ou se vier a morrer individuos de faixa nao vacinada ,o pais esta pronto a pagar indenizacoes ao entrar as familias na justica,pois sua estatistica vai de desencontro aos direitos dados a toda populacao brasileira pela constituicao e nao ha nenhum argumento que seja contra a constituicao e soberana.
-
Calendário de Vacinas — 14/05/2010 @ 7:23
Helenita, essa informação não procede.
-
Calendário de Vacinas — 14/05/2010 @ 7:29
Pois é Andrea, seu questionamento é o mesmo de milhões de brasileiros. para o esse grupo que acha necessário que a vacinação seja coletiva, é preciso mobilização. Buscar auxílio no Ministério Público. Em várias cidades há ações solicitando que a vacinação atinga toda a população.
