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	<title>Calendário de Vacinação – Saiba tudo sobre vacinas e vacinação</title>
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	<description>Confira todas as informações sobre vacinação. Acompanhe as campanhas de vacinação do país e saiba tudo sobre a vacina do vírus H1N1. Aprenda a se proteger de diversas doenças.</description>
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		<title>Governo inclui duas novas vacinas no calendário infantil</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 01:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo federal anunciou, no dia 18 de janeiro de 2012, a introdução de duas novas vacinas no calendário básico de vacinação infantil. Serão introduzidas, a partir do segundo semestre, a vacina injetável contra a poliomielite (conhecida como Salk) e a vacina pentavalente, que reúne em uma única dose imunizações contra cinco doenças. Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/01/polio_02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1034" title="polio_02" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/01/polio_02-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>O governo federal anunciou, no dia 18 de janeiro de 2012, a   introdução de duas novas vacinas no calendário básico de vacinação   infantil. Serão introduzidas, a partir do segundo semestre, a vacina   injetável contra a poliomielite (conhecida como Salk) e a vacina   pentavalente, que reúne em uma única dose imunizações contra cinco   doenças.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, as duas novas vacinas  serão utilizadas a  partir do mês de agosto. A dose injetável contra a  pólio, contudo, será  aplicada apenas nas crianças que estão iniciando o  calendário de  vacinação.</p>
<p>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre  Padilha, a introdução da vacina  injetável contra a pólio, feita com o  vírus inativo, reduz riscos de  possível contágio pela doença. No ano  passado, informou, foram  registrados dois casos suspeitos de paralisia  supostamente causados pela  aplicação da vacina oral (conhecida como  Sabin). &#8220;Com a aplicação da  dose injetável, o risco é quase nulo&#8221;,  afirmou.</p>
<p>Ao todo, serão 8 milhões de doses da nova vacina, que já começaram a ser compradas pelo governo a partir de dezembro de 2011.</p>
<p>A  aplicação da dose injetável não irá retirar do calendário de  vacinação  as doses orais, já aplicadas nas campanhas de imunização.  Segundo o  governo, será aplicado um esquema sequencial, com as duas  vacinas. A  imunização injetável será aplicada aos dois e aos quatro  meses de  idade, e a vacina oral será usada nos reforços, aos seis e aos  15 meses  de idade.</p>
<p>&#8220;Vamos adotar como uma fase de transição a vacinação combinada&#8221;, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.</p>
<p>Já  a vacina pentavalente reunirá em uma única dose imunizações contra   difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo B e hepatite B.   Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas  vacinas  separadas.</p>
<p><strong>Novo calendário</strong></p>
<p>Outra  mudança será feita no calendário básico de vacinação a partir do   segundo semestre. Antes, a criança precisava ser vacina do nascimento   até os seis meses, sem intervalo, e com doses de imunizações   diferenciadas contra as doenças. Agora, a vacina contra BCG e Hepatite B   será feita ao nascer e depois somente com dois meses, onde receberão a   dose da nova vacina pentavalente e da poliomelite inativada.</p>
<p>As  outras duas vacinas que antes eram aplicadas aos dois meses &#8211; vacina   oral Rotavírus Humano e vacina pneumocócida 10 &#8211; seguirão mantidas de   forma igual no calendário. As segundas doses das vacinas de poliomielite   inativada e da pentavalente serão realizadas aos quatro meses.</p>
<p>A  vacina pentavalente ainda terá uma terceira dose de aplicação, aos   seis meses. Neste período, a criança também receberá a dose da vacina   oral contra a poliomelite e a vacina pneumocócica 10.</p>
<p>&#8220;Ao fato  de estarmos introduzindo a pentavalente reduz uma picada a  mais nas  crianças, e isto faz com que a nova picada da vacina ativada  não seja  um esforço a mais na vacinação das nossas crianças&#8221;, disse o  ministro  da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
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		<title>Vacina para H1N1 é segura para portadores de doenças autoimunes</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Portadores de doenças reumáticas autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, apresentam maior risco de infecção do que a população em geral. Por conta disso, precisam ser vacinados contra novos vírus, como o H1N1, causador da gripe suína. Mas não se sabia se as vacinas desenvolvidas para combater esse subtipo do vírus da influenza apresentavam riscos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacina-mulheres-hpv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1030" title="vacina mulheres hpv" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacina-mulheres-hpv.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Portadores de doenças reumáticas autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, apresentam maior risco de infecção do que a população em geral. Por conta disso, precisam ser vacinados contra novos vírus, como o H1N1, causador da gripe suína. Mas não se sabia se as vacinas desenvolvidas para combater esse subtipo do vírus da influenza apresentavam riscos e seriam eficazes para esses pacientes.</p>
<p>Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) comprovou a imunogenicidade e a segurança da vacina contra o H1N1 em pacientes com doenças reumáticas autoimunes e em pessoas submetidas à terapia imunossupressora, como as com câncer ou as que receberam transplante.</p>
<p>Os resultados da pesquisa, que recebeu apoio da Fapesp, foram apresentados no Encontro Científico Anual do Colégio Americano de Reumatologia (ACR, na sigla em inglês), que ocorreu nos dias 4 a 9 de novembro em Chicago, nos Estados Unidos, e publicados anteriormente nos Annals of the Rheumatic Diseases.</p>
<p>Durante o estudo, foram avaliados e vacinados contra o H1N1 1.668 pacientes diagnosticados com artrite reumatoide, espondiloartrites, lúpus eritematoso sistêmico, dermatomiosite, doença mista do tecido conectivo, vasculites sistêmicas, esclerose sistêmica, síndrome de Sjögren, síndrome antifosfolípide e artrite idiopática juvenil, entre outras, atendidos no ambulatório do Hospital das Clínicas e na Unidade de Reumatologia Pediátrica do Instituto da Criança da USP.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/ciencia/noticias/vacina-para-h1n1-e-segura-para-portadores-de-doencas-autoimunes">Exame</a></p>
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		<title>Diagnóstico precoce da meningite pode salvar vidas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 15:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo ano é a mesma coisa. Basta que o verão se aproxime para que os números de casos de meningite se espalhem. São as chamadas meningites benignas de verão, geralmente causadas pelo vírus enterovírus, e acomete principalmente crianças. O diagnóstico precoce continua sendo a principal arma para a agilidade no tratamento. A demora no diagnóstico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/meningite1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1025" title="meningite1" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/meningite1.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Todo ano é a mesma coisa. Basta que o verão se aproxime para que os  números de casos de meningite se espalhem. São as chamadas meningites  benignas de verão, geralmente causadas pelo vírus enterovírus, e acomete  principalmente crianças. O diagnóstico precoce continua sendo a  principal arma para a agilidade no tratamento. A demora no diagnóstico  pode levar a complicações neurológicas. O laboratório Senne Líquor  Diagnóstico, especializado em líquido cefalorraqueano (líquor),  destaca-se como um dos mais respeitados centros de diagnóstico e  acompanhamento da doença no país. Em Campinas, o atendimento é feito  mediante agendamento prévio. O laboratório está localizado na Avenida  Barão de Itapura, 2310, Conj. 34, Jd. Guanabara.</p>
<p>De acordo com o patologista clínico e diretor presidente do Senne  Líquor Diagnóstico, Carlos Senne, o exame de líquor é o único capaz de  diagnosticar a doença assim que os primeiros sintomas se manifestem.  “Por ser um líquido límpido e incolor, o aspecto do líquor no momento da  coleta já diz muita coisa, se tiver turvo, o diagnóstico é imediato. O  tipo de meningite (bacteriana ou viral) dependerá da análise  laboratorial do material colhido”, esclarece Senne.</p>
<p>Segundo o especialista, as meningites de verão, ou virais como são  conhecidas, possuem sintomas como febre, dor de cabeça, rigidez da nuca,  inapetência e irritação. Uma vez que os exames tenham comprovado  tratar-se de meningite viral, a conduta medica é acompanhamento com  analgésicos, anti hemeticos (vômitos) e hidratação, como acontece com  outras viroses. Nos casos mais agudos, há necessidade de hidratação  parenteral (veia) em hospital. O uso de antibiótico é permitido somente  em caso de dúvidas”, aconselha.</p>
<p>As meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas  imediatamente em ambiente hospitalar. Os principais agentes causadores  da doença são as bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos,  transmitidas pelas vias respiratórias ou associadas a quadros  infecciosos de ouvido, por exemplo. “Os sintomas aparecem em pouco  tempo, são eles: febre alta, mal estar, vômitos, dor forte de cabeça e  no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes,  manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Esse é um sinal de que a  infecção está se alastrando rapidamente pelo sangue e o risco de  septicemia aumenta muito. Nos bebês, a moleira fica elevada”, esclarece.</p>
<p>Os conselhos preventivos são para lavar bem as mãos, evitar contato com  pessoas suspeitas, evitar o uso de talheres, copos e lenços de pessoas  suspeitas e também aglomerações.</p>
<p>Fonte: <a href="http://primeiraedicao.com.br/noticia/2011/11/08/diagnostico-precoce-da-meningite-pode-salvar-vidas">Primeira Edição</a></p>
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		<title>Novas vacinas reduzem internações por pneumonia</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 18:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Levantamentos preliminares do Ministério da Saúde, e publicadas no estudo Saúde Brasil 2010, comprovam impacto significativo das vacinas contra a Influenza A (H1N1) e anti-pneumocócica na redução de internações por pneumonia nos hospitais do Sistema Único de Saúde. A avaliação foi feita em dez municípios: São Paulo, Salvador, Recife, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/gd_2608vacinacao1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1020" title="gd_2608vacinacao1" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/gd_2608vacinacao1-300x200.jpg" alt="" width="242" height="161" /></a>Levantamentos preliminares do Ministério da Saúde, e publicadas no estudo Saúde Brasil 2010, comprovam impacto significativo das vacinas contra a Influenza A (H1N1) e anti-pneumocócica na redução de internações por pneumonia nos hospitais do Sistema Único de Saúde. A avaliação foi feita em dez municípios: São Paulo, Salvador, Recife, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, e considerando dois períodos – de 2005 a 2008 e os anos de 2009 e 2010 (antes e depois da pandemia de influenza). Em 2010, a vacina pneumocócica conjugada foi introduzida no calendário básico de imunização infantil (menores de 2 anos) e o Brasil vacinou mais de 88 milhões de pessoas contra a influenza H1N1. Neste ano, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra i nfluenza. Além de idosos e populações indígenas, atendidos desde 1999, passaram a ser imunizadas crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais da saúde.</p>
<p>As pneumonias são responsáveis por altas taxas de internações e mortalidade, especialmente entre crianças menores de cinco anos. Cerca de 15 milhões de crianças são hospitalizadas por ano, por pneumonia, em países em desenvolvimento. A doença figura como uma das principais causas de mortalidade infantil e das principais causas de morte prevenível por vacinação em crianças sendo responsável por cerca de 20% dos 8,8 milhões de óbitos anuais em todo o mundo. O pneumococo contribui com percentual entre 60% e 75% das pneumonias bacterianas.</p>
<p>A pneumonia é uma importante causa de hospitalização no SUS. Em 2009, o número de hospitalizações por pneumonia no Brasil cresceu cerca de 20% &#8211; em maio deste ano foi notificado o primeiro caso de H1N1. O monitoramento das internações por influenza e pneumonia é um dos componentes do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza no Brasil que tem como objetivo avaliar a tendência desse problema e identificar eventuais mudanças no seu padrão de ocorrência.</p>
<p>A queda no número de hospitalizações por pneumonia após a campanha de vacinação contra a Influenza H1N1 e a introdução da vacina anti-pneumocócica na rotina de vacinação das crianças, ambas em 2010, pode ser observada na tabela abaixo.  Em todos os municípios estudados, as maiores coberturas para a vacina H1N1 foram em menores de 2 anos, seguida dos adultos jovens (20 a 39 anos). O maior impacto na redução de hospitalizações por pneumonia em menores de 2 anos foi em Curitiba (redução de 34%) onde ambas as vacinas apresentaram as maiores coberturas vacinais.</p>
<p>INTERNAÇÕES &#8211; A redução de internações por pneumonia observada na faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos provavelmente está associado às duas vacinas (anti-pneumocócica e contra a influenza H1N1). Como dito anteriormente, a maior redução foi observada em Curitiba, seguida por Fortaleza (31,1%), Goiânia (29,9%), Recife (21,7) e Porto Alegre (19,5%). As demais faixas etárias receberam apenas a vacina contra a influenza H1N1. Na faixa etária que vai de 2 a 4 anos a maior redução também foi em Curitiba (23%) coincidindo com a maior cobertura vacinal, seguida de Fortaleza (20,3%), Recife (19%) e Goiânia (7,2%). Os adultos jovens (20 a 29 e 30 a 39 anos) também foram vacinados contra influenza H1N1, era o grupo mais afetado pela gripe pandêmica. Na faixa etária de 20 a 29 anos a maior redução foi em Rec ife (52%), seguida de Curitiba (46,9%), Goiânia (45,5%) e São Paulo (37%). A redução entre os adultos de 30 a 39 anos foi maior em Recife (34,3%), seguida por Fortaleza (33%) e Curitiba (31,7%). As outras faixas etárias não faziam parte do público-alvo prioritário, foram vacinados apenas em situações especiais – obesidade mórbida, doença crônica, doença respiratória, entre outras.</p>
<p>CONCLUSÃO &#8211; O estudo comprova, embora curto espaço de tempo, o rápido impacto das duas vacinas nas internações no ano de 2010. A comprovação atesta o que já foi observado em outros países onde a vacina anti-pneumocócica foi introduzida no calendário vacinal. O estudo brasileiro de avaliação do impacto das duas vacinas continuará, ampliando o período observado e as técnicas estatísticas, com isso, a expectativa é de que as avaliações sejam mais precisas e aprofundadas com um período maior de seguimento sobre impacto das vacinas na redução das internações por pneumonia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=77906">Pantanal News</a></p>
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		<title>Sarampo: por que precisamos nos vacinar?</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 20:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O sarampo mata, anualmente, cerca de 100 mil pessoas em todo o mundo. A doença é altamente contagiosa e responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas por ano no mundo. Em 1992, o Brasil lançou seu programa de eliminação do sarampo e registrou a última epidemia da doença entre 1996 e 1997. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-sarampo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1015" title="vacina-sarampo" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-sarampo.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>O sarampo mata, anualmente, cerca de 100 mil pessoas em todo o mundo. A doença é altamente contagiosa e responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas por ano no mundo.</p>
<p>Em 1992, o Brasil lançou seu programa de eliminação do sarampo e registrou a última epidemia da doença entre 1996 e 1997. O País foi o primeiro nas Américas a entregar um relatório para certificação de eliminação do sarampo, no ano passado.</p>
<p>Mas desde o ano passado estão sendo registrados dezenas de casos nos Estados da Paraíba, Rio Grande do Sul e Pará. Este ano o número de ocorrências também está preocupando a população e autoridades.</p>
<p>Acredita-se que estas ocorrências estejam relacionadas a vírus importados da África do Sul e da Europa, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>Entre os principais sintomas do sarampo estão: manchas avermelhadas na pele, que começam no rosto e seguem em direção aos pés, febre, tosse, mal-estar, conjuntivite, coriza, perda do apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas.</p>
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		<title>Dose inicial de vacina contra sarampo deve ser dada aos 12 meses</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para crianças de até 6 anos, o calendário básico de imunização prevê a primeira dose contra o sarampo aos 12 meses de vida e uma segunda dose entre 4 e 6 anos Pessoas entre 7 e 19 anos devem tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Para adultos entre 20 e 50 anos, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para crianças de até 6 anos, o calendário básico de imunização prevê a  primeira dose contra o sarampo aos 12 meses de vida e uma segunda dose  entre 4 e 6 anos Pessoas entre 7 e 19 anos devem tomar duas doses, com  intervalo de 30 dias. Para adultos entre 20 e 50 anos, é recomendada  apenas uma dose.</p>
<p>Como o vírus do sarampo está em circulação tanto  nos Estados Unidos como na Europa, a Agência Nacional de Vigilância  Sanitária (Anvisa) recomenda aos viajantes que busquem um posto de  vacinação antes de deixar o País.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2011/10/17/dose-inicial-de-vacina-contra-sarampo-deve-ser-dada-aos-12-meses-303984.php">NE10</a></p>
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		<title>RJ: Rede pública de saúde terá de vacinar contra o vírus HPV</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/rj-rede-publica-de-saude-tera-de-vacinar-contra-o-virus-hpv/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) passará a ser oferecida gratuitamente pela rede estadual de saúde do Rio às mulheres. A medida foi determinada pela lei 6.060/11, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial de ontem. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, porém, ainda não há prazo para que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-mulheres-hpv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1009" title="vacina mulheres hpv" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-mulheres-hpv.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>A vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) passará a ser oferecida gratuitamente pela rede estadual de saúde do Rio às mulheres. A medida foi determinada pela lei 6.060/11, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial de ontem. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, porém, ainda não há prazo para que a vacina seja oferecida, e ainda será estabelecida a faixa etária para a qual o produto será oferecido.</p>
<p>O texto foi proposto pelos deputados Bernardo Rossi e Rafael Picciani (PMDB). Para eles, a vacinação servirá como importante instrumento no combate ao câncer de colo de útero — que tem como principal causa o HPV. Hoje, a vacina é oferecida somente na rede privada, e custa cerca de R$ 350. “A vacinação não vem sozinha. Também será feita campanha de conscientização, fundamental para a diminuição da incidência desse câncer que, depois do de mama, é o que mais mata mulheres no País”, disse Picciani.</p>
<p>“A curto prazo, teremos um impacto na redução das verrugas genitais e, a longo prazo, uma redução importante nos casos de tumores”, completou o infectologista do Laboratório Lâmina, Alberto Chebabo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/10/rede_publica_de_saude_tera_de_vacinar_contra_o_virus_hpv_198364.html">O Dia online</a></p>
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		<title>Nova vacina pode tornar a aids inofensiva</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 13:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina aids]]></category>
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		<description><![CDATA[A aids nunca esteve tão próxima de seu fim como doença letal. O Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha (CSIC, na sigla em espanhol) anunciou nesta quarta-feira uma vacina capaz de provocar uma resposta imunológica contra o vírus HIV em 90% dos casos. A pesquisa, que já está na fase clínica, sendo testada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1005" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pesquisador.jpg"><img class="size-full wp-image-1005" title="pesquisador" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pesquisador.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Mariano Esteban, pesquisador do Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha e responsável pelo desenvolvimento da vacina</p></div>
<p>A aids nunca esteve tão próxima de seu fim como doença letal. O  Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha (CSIC, na sigla em  espanhol) anunciou nesta quarta-feira uma vacina capaz de provocar uma  resposta imunológica contra o vírus HIV em 90% dos casos. A pesquisa,  que já está na fase clínica, sendo testada em humanos, mostrou que,  mesmo um ano após receber a vacina, 85% dos voluntários ainda mantinham a  imunidade.</p>
<p>&#8220;Se tudo der certo, o HIV representará, no futuro, o que o vírus da  herpes representa hoje: uma infecção menor que só atinge pessoas com o  sistema imunológico debilitado”, afirmou nesta quarta-feira o  pesquisador Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia da  Espanha, vinculado ao CSIC, responsável pelo desenvolvimento da vacina.</p>
<p>A pesquisa, publicada nos periódicos <em>Vaccine </em>e no <em>Journal of Virology</em>,  além de eficaz, se mostrou perfeitamente segura. Por isso, será  administrada, em sua fase 2 de testes clínicos, em voluntários já  infectados pelo vírus, como forma de determinar sua eficácia não apenas  na prevenção, mas também no tratamento da doença. &#8220;Já provamos que a  vacina pode ser preventiva. Em outubro, vacinaremos pessoas infectadas  com HIV&#8221;, disse Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, que  participou dos testes com os voluntários.</p>
<p><strong>Como funciona — </strong>Quando administrada em voluntários  saudáveis, a vacina faz com que o sistema imunológico detecte e aprenda a  combater componentes do vírus. &#8220;É como mostrar uma fotografia do vírus  HIV ao sistema imunológico para que ele possa reconhecê-lo quando o vir  novamente no futuro&#8221;, disse Mariano Esteban.</p>
<p>As principais células de defesa do organismo são os linfócitos T e B.  As células B são responsáveis pela chamada imunidade humoral, que ataca  as partículas de HIV antes que elas infectem as células. As células de  defesa T induzem a imunidade celular, que detecta e destrói as células  já infectadas.</p>
<p>A vacina funciona estimulando a produção dessas células. Testes feitos  nos 24 voluntários que participaram da pesquisa, um ano depois de  receber a vacina, mostraram que a produção de ambos os tipos de células  de defesa aumentou em até mais de 70%, enquanto no grupo controle (seis  voluntários que não tomaram a vacina) não houve aumento.</p>
<p><strong>Memória — </strong>Para que a vacina seja realmente eficaz, é  preciso que ela produza linfócitos especiais com &#8220;memória&#8221;, formados  após o primeiro ataque do vírus. Elas ficam no corpo por anos, à  espreita de uma nova investida do vírus.<br />
Novamente, testes feitos um ano após a aplicação da vacina mostraram  que, em 85% dos voluntários, 50% das células de defesa eram linfócitos T  com memória.</p>
<p>No entanto, segundo Esteban, a vacina não é capaz de eliminar  totalmente o vírus HIV do organismo. &#8220;Mas a imunidade celular que a  vacina produz faz com que o vírus fique sob controle&#8221;, diz o pesquisador  espanhol. &#8220;Se o vírus tentar entrar na célula, o sistema imunológico  desativará o vírus e destruirá a célula infectada.&#8221;</p>
<p>Até agora, a única vacina contra o HIV que chegou à terceira fase de  testes clínicos foi feita na Tailândia. As duas primeiras fases testam a  toxicidade do composto e sua eficácia, enquanto a terceira e a quarta  examinam a posologia do remédio. Como gerou uma defesa de apenas 27%,  não pôde ser utilizada na população.</p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/nova-vacina-pode-tornar-a-aids-inofensiva">Veja.com</a></p>
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		<title>Novo teste determina a origem das meningites</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 13:52:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[meningite]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas meningite]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estão próximos de encontrar uma forma definitiva de diagnóstico diferencial para os vários tipos de meningite a partir da identificação precisa dos agentes infecciosos que provocam a doença. O estudo, desenvolvido em parceria com o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, mede a concentração de duas proteínas – interleucinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/09/meningite1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1000" title="meningite1" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/09/meningite1.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estão próximos de  encontrar uma forma definitiva de diagnóstico diferencial para os vários  tipos de meningite a partir da identificação precisa dos agentes  infecciosos que provocam a doença. O estudo, desenvolvido em parceria  com o Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, mede a concentração  de duas proteínas – interleucinas 6 e 8 – no líquido que envolve o  sistema nervoso (líquor) e estabelece qual delas aponta para a forma  viral ou bacteriana da meningite, as mais frequentes no Brasil. A mais  grave, a BACTERIANA, exibe uma taxa de 30% de mortalidade e afeta 45  indivíduos em cada grupo de 100 mil; a de origem viral, 11 em cada 100  mil. No mundo, cerca de 1,2 milhão de pessoas perdem a vida devido à  enfermidade.</p>
<p>As interleucinas (Il 6 e Il8) que funcionam como  marcadores de infecção já vêm sendo estudadas há algum tempo, e os  especialistas sabem que elas estão presentes em situações de infecção. A  novidade da pesquisa é que os infectologistas conseguiram investigar a  atuação delas no líquor e medir o grau de concentração de cada uma. “O  que nós fizemos foi testar um painel de diversas citocinas e perguntar  se haveria algum padrão que pudesse ser facilmente diferenciado quando  comparávamos infecções causadas por vírus e bactérias no sistema nervoso  central”, explica Hugo Caire, coordenador do estudo pela Fiocruz. Uma  das vantagens da pesquisa é que, fechado o ciclo de investigações, o  Brasil poderá apresentar ao mundo o primeiro modelo de diagnóstico  etiológico para a meningite.</p>
<p>Isso significa que muitos problemas  com pacientes mal diagnosticados poderão ser evitados. “A principal  consequência de não diagnosticar um caso de meningite bacteriana, por  exemplo, é falhar ao instituir a terapia correta, o que pode levar o  paciente à morte.” O médico explica que a pesquisa foi feita com 60  voluntários e precisa ser ampliada para dar mais segurança em seus  resultados. “Monitoramos a atividade das interleucinas em todos os tipos  de meningites e elas funcionam como marcadores para todos eles. A  pesquisa, entretanto, verificou que a concentração da Il-8 é maior nos  casos de meningite bacteriana”, conclui Caire.</p>
<p><strong>Opções </strong><br />
Na  Sociedade Paulista de Infectologia (SPI), a pesquisa foi analisada como  mais uma alternativa de diagnóstico, que vem se juntar a outras de  tradicional eficácia, como exames laboratoriais de cultura,  contraimunoeletroforese (CIE), aglutinação pelo látex e identificação de  genes específicos pela reação em cadeia de polimerase (PCR),  considerado um dos mais precisos testes para identificar se um vírus ou  uma bactéria causaram a doença. “A ideia da pesquisa é boa, mas ela  precisa ser feita com um contingente maior de pacientes para assegurar  um diagnóstico diferencial exato. É importante distinguir se a meningite  é viral ou bacteriana para que seja feito o tratamento adequado”,  afirma a presidente da instituição, a infectologista Rosana Ritchman.</p>
<p>A  ideia dos pesquisadores da Fiocruz é exatamente essa e, em breve, uma  nova etapa dos estudos vai medir a qualidade do teste em um contingente  maior de pessoas. Nos casos de dúvida no diagnóstico etiólogico, o  médico poderia pedir a dosagem das citocinas e observar o padrão obtido,  explica Caire. De acordo com o especialista, “o teste ainda precisa ser  validado pelo estudo de um número maior de pacientes de diferentes  hospitais e regiões”, para que se possa confirmar sua utilidade e  estabelecer seus limites com maior precisão.</p>
<p>Esse é um exame,  segundo o coordenador da pesquisa, para identificar o agente etiológico  em casos nos quais o diagnóstico, feito após testes de rotina, apresenta  resultados dúbios ou pouco específicos. “Ele está sendo criado para  casos que fogem do padrão estabelecido para a maioria dos pacientes. Ele  não é um teste de triagem de grandes quantidades de pacientes, para  situações nas quais um surto possa estar se desenvolvendo.” Ele explica  também que se trata de um exame de alto custo e não deve entrar no rol  dos testes de rotina: “Ele será usado em casos de dúvida médica, em que  não é possível fazer o diagnóstico pelos parâmetros clínicos  rotineiros”.</p>
<p>No Brasil, não há estatística epidemiológica sobre  erros em diagnósticos, mas a recomendação dos especialistas é para —  inclusive em caso de dúvida se o paciente tem a forma viral ou a  bacteriana — aplicar antibióticos, mesmo que eles depois venham a ser  retirados, no caso de pacientes com a forma viral. “O grande problema no  Brasil é que temos poucos microbiologistas (quem faz a maioria dos  testes) para o tamanho do país. Para melhorar o sistema, tem de haver  mais investimentos em capacitação profissional e ampliar o acesso aos  métodos diagnósticos já consagrados”, avalia Rosana Ritchman.<br />
Segundo a médica, uma das maneiras mais eficazes de evitar a  doença é a prevenção. “O Brasil tem uma boa cobertura vacinal e um dos  programas de imunização mais eficientes do mundo”, diz Rosana.</p>
<p><strong>A forma mais grave</strong><br />
A  meningite BACTERIANA é muito mais grave que a viral. Vários estudos  mostram uma mortalidade em torno de 25% a 30% dos casos, com 25% de  sequelas neurológicas mesmo após a cura. Dos 22.106 casos confirmados de  meningite bacteriana no Brasil em 2006, 2.578 (12%) morreram. O uso de  antimicrobianos, desde a década de 1930, reduziu drasticamente esses  índices. Recentemente, novos estudos mostraram que, além dos  antibióticos, o uso de dexametasona, um tipo de corticosteroide,  diminuiu o número de pacientes com sequelas da infecção, principalmente  na causada por pneumococos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110926091620&amp;assunto=31&amp;onde=Brasil">Pernambuco.com</a></p>
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		<title>Programa Nacional de Imunizações estuda novas vacinas na rede pública</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 13:48:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[programa vacinas]]></category>
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		<description><![CDATA[As expectativas de novas inclusões de vacinas no Programa Nacional de Imunizações (PNI) será um dos temas da 13º Jornada Nacional de Imunizações da SBIm, que acontece entre os dias 26 e 29 de outubro . Segundo a coordenadora do Programa, Carla Domingues, a intenção do Ministério da Saúde a longo prazo é incentivar o desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As expectativas de novas inclusões de vacinas no Programa Nacional de  Imunizações (PNI) será um dos temas da 13º Jornada Nacional de  Imunizações da SBIm, que acontece entre os dias 26 e 29 de outubro .</p>
<p>Segundo a coordenadora do Programa, Carla Domingues, a intenção do  Ministério da Saúde a longo prazo é incentivar o desenvolvimento de  vacinas seguras e imunogênicas, capazes de reduzir os avanços de doenças  como a dengue, por exemplo. “Para transformar este insumo em uma  vitória contra a dengue, precisaremos de um grande esforço e trabalho do  sistema de saúde global e dos governos dos países endêmicos”, disse  Carla.</p>
<p>Além disso, a coordenadora do PNI adiantou que as vacinas com previsão  de entrada na rede pública em 2013 e 2014 são a Pentavalente  (DTP/HB+Hib), Poliomelite Inativada e Varicela combinada com Tríplice  Viral. Outras vacinas estão em fase de estudo de custo-efetividade, como  a da hepatite A e do HPV.</p>
<p>A Jornada Nacional de Imunizações da SBIm ocorre juntamente com a 3ª  Jornada Paulista de Imunizações tendo como tema principal “Imunizando a  família &#8211; Estratégias para uma proteção mais ampla”. Segundo a  responsável pelo PNI, o evento é importante para a orientação dos  profissionais e também na divulgação das ações do Programa em debates e  nos meios de comunicação. “Os eventos científicos da SBIm promovem um  espaço educativo e de debate importante para os profissionais que atuam  na área de imunizações, o que contribui para a atualização dos mesmos”,  afirma.</p>
<p>Fonte: <a href="http://diariodemocratico.com.br/saude-e-ciencia/4/3627">Diário Democrático</a></p>
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