<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Calendário de Vacinação – Saiba tudo sobre vacinas e vacinação</title>
	<atom:link href="http://www.calendariodevacinas.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.calendariodevacinas.com.br</link>
	<description>Confira todas as informações sobre vacinação. Acompanhe as campanhas de vacinação do país e saiba tudo sobre a vacina do vírus H1N1. Aprenda a se proteger de diversas doenças.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 18 Mar 2012 20:27:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>O perigo de não vacinar as crianças</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 20:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário de Vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas em crianças]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1042</guid>
		<description><![CDATA[Antes de ser erradicada com o uso maciço de vacinas, no final dos anos 1970, a varíola matou 300 milhões de pessoas, contando apenas o século XX. O sarampo, uma doença altamente contagiosa, foi responsável por cerca de 2,6 milhões de mortes por ano, antes de 1980, época em que começaram as intensas campanhas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sarampo-vacina.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1044" title="sarampo vacina" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/sarampo-vacina.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Antes de ser erradicada com o uso maciço de vacinas, no final dos anos  1970, a varíola matou 300 milhões de pessoas, contando apenas o século  XX. O sarampo, uma doença altamente contagiosa, foi responsável por  cerca de 2,6 milhões de mortes por ano, antes de 1980, época em que  começaram as intensas campanhas de vacinação. Já os casos de  poliomielite, doença que pode causar paralisia infantil, apresentaram  uma queda de 99% desde 1988, quando, mais uma vez, a prevenção com  vacina teve início. Criadas em 1796, pelo médico britânico Edward  Jenner, as vacinas deram início a uma revolução na medicina preventiva –  tornando possível evitar a ocorrência de doenças letais e contagiosas.  Há quem, no entanto, na contramão de todas as evidências científicas,  opte por não vacinar seus filhos. A lamentável ideia encontrou abrigo  entre um grupo de pais, grande parte da classe média alta, que vem  optando por não imunizar os filhos para doenças que deixaram de ser  comuns, como o sarampo e a difteria. Alguns por acreditarem em teorias  exóticas e fraudulentas, outros por medo de que a vacina prejudique a  saúde da criança e outros ainda, por questões ideológicas, pensam  resistir ao que seria uma imposição criada pela indústria farmacêutica.  Por um motivo ou outro, a irresponsabilidade pode colocar em risco não  só a saúde da criança, mas de todos à sua volta, alertam especialistas.</p>
<p>&#8220;O que estamos percebendo é que há um aumento, mesmo que pequeno, no  número de pais que buscam médicos que orientam a não vacinar a criança&#8221;,  diz Eitan Berezin, presidente do Departamento Científico Infeccioso da  Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Apesar de representarem ainda  uma pequena parcela da população brasileira, esses pais que optam por  não imunizar os filhos para determinadas doenças se concentram nas  classes mais altas da sociedade, aquelas que, pelo menos na teoria,  tiveram e têm acesso a informação de boa qualidade. Entre os argumentos  mais triviais para a recusa está o medo de que a vacina traga problemas  sérios de saúde, como o autismo, e a sensação de que é desnecessário se  prevenir contra doenças que têm ocorrência baixa.</p>
<p>&#8220;Os riscos de a criança desenvolver uma complicação séria em função da  vacina são muito menores do que os de ela contrair a doença. Não há nem  comparação. E isso não é algo que eu acho ou acredito, é um fato  comprovado cientificamente&#8221;, diz o pediatra americano Paul Offit, um dos  maiores especialistas no assunto. Além de professor da Universidade da  Filadélfia, é ex-membro do Centro para Controle e Prevenção de Doenças  (CDC, sigla em inglês) e autor dos livros <em>Deadly Choices: How the Anti-Vaccine Movement Threatens Us All</em> (Escolhas mortais: como o movimento anti-vacina ameaça a todos nós, sem edição em português) e <em>Autism&#8217;s False Prophets: Bad Science, Risky Medicine, and the Search for a Cure</em> (Falsos profetas do autismo: ciência ruim, medicina de risco e a procura pela cura, também sem edição em português).</p>
<p><strong>Abastados e desprotegidos —</strong> De acordo com um levantamento recente feito a pedido do Ministério da Saúde, e publicado no periódico médico <em>Vaccine</em>,  82,6% das crianças brasileiras tomaram todas as vacinas recomendadas  até os 18 meses de idade. O estudo, que avaliou 17.295 crianças das 27  capitais, descobriu, no entanto, um dado inusitado: nas classes mais  ricas das capitais mais ricas a vacinação era deficitária. Em São Paulo,  por exemplo, 71% das crianças do estrato A (o mais rico) haviam  recebido a imunização completa — enquanto no estrato E (o mais pobre), a  cobertura era de 81%. &#8220;Uma das razões para essa discrepância é a ideia  de que é exagero vacinar os filhos contra algumas doenças&#8221;, diz José  Cassio de Moraes, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de  São Paulo, membro do Comitê Técnico Assessor de Imunização do Ministério  da Saúde e coordenador da pesquisa.</p>
<p>As vacinas que costumeiramente são mais descartadas são a de sarampo,  difteria, hepatite B e da gripe. &#8220;Desde a década de 1970 os casos dessas  doenças são muito baixos. Esses pais nunca tiveram de lidar, de temer  essas doenças, então deixam de vacinar acreditando que o filho não corre  riscos&#8221;, diz Edécio Cunha Neto, diretor do Laboratório de Investigação  Médica de Imunologia Clínica e Alergia da USP. Mas, se para muitos a  redução drástica nos casos dessas doenças é motivo para burlar o  calendário básico de vacinação, para outros, ela pode significar sérias  complicações de saúde.</p>
<p><strong>Imunidade coletiva —</strong> Há dentro dos programas de  vacinação o que se costuma chamar de imunidade de rebanho. A ideia é que  quando você vacina, no mínimo, 95% das crianças de uma comunidade,  todas ficam protegidas. Nesses 5% restantes, explicam os especialistas,  estariam aquelas que por algum motivo não podem tomar vacina. No grupo  estão, segundo Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de  Imunizações (Sbim), crianças com câncer, aids, com insuficiência renal  ou com outras doenças crônicas que comprometem o sistema imunológico.  &#8220;Elas se protegem quando há a garantia de que as outras crianças não vão  transmitir a doença para ela. Vacinar o filho é mais do que uma ação  individual&#8221;, diz.</p>
<p>Quando uma criança é vacinada, formas amenizadas ou mortas de vírus ou  de bactérias que causam doenças são injetadas dentro do corpo. O sistema  imunológico reconhece esses organismos e desenvolve anticorpos contra  eles. Esses anticorpos ficam, então, armazenados dentro do batalhão de  células de defesa do corpo, para combater a doença em caso de uma  exposição futura. Se a criança não é vacinada, no entanto, ela  obviamente se torna suscetível à doença — e pode se tornar um potencial  agente de transmissão e até mesmo iniciar um surto.</p>
<p><strong>Vacinas demais? — </strong>É esse mecanismo usado para criar os  anticorpos que preocupa algumas pessoas. Há quem diga que os riscos de  efeitos adversos não valham a pena, se a criança tem uma saúde plena.  &#8220;Não sou contra vacinar, mas acredito que existe hoje um exagero. Há  vacinas demais&#8221;, afirma Liliane Azambuja, pediatra homeopata e criadora  da comunidade virtual <em>Tem Vacina D+</em>. De acordo com a médica, as  chamadas doenças da infância, como o sarampo, ajudam a fortalecer o  sistema imunológico da criança saudável. &#8220;Cerca de 90% das crianças que  chegam ao meu consultório têm algum tipo de alergia. Elas são mais  atópicas do que as crianças de décadas atrás. Claro que há outros  fatores envolvidos, mas a vacina tem um papel importante&#8221;, diz.</p>
<p>Para a pediatra, seria ideal ainda que o calendário fosse repensado e  as vacinas fossem dadas em períodos mais esparsos e tardios. A época de  início da imunização mais adequada, seria, então, aos seis meses de  idade, quando o sistema imunológico do bebê já está mais amadurecido.  &#8220;Uma enorme quantidade de organismos inoculados é dado de uma vez a uma  criança de meses. Acho isso muito agressivo, além de acreditar que possa  ajudar a desenvolver doenças autoimunes&#8221;, diz Liliane. É bom lembrar  que o sarampo é uma doença altamente contagiosa e, embora na maioria dos  casos não coloque em risco crianças saudáveis, pode ser fatal para  pessoas com o sistema imunológico sem resistência.</p>
<p><strong>Vizinhança de risco —</strong> Felizmente, o movimento  antivacinação ainda engatinha no Brasil. Em países da Europa e nos  Estados Unidos, no entanto, ele vem causando surtos que preocupam as  autoridades de saúde. Grupos antivacinação sempre existiram, mas em 1998  ganharam o reforço que sempre esperaram. Um estudo publicado em um dos  principais periódicos médicos do mundo, o britânico <em>Lancet</em>, de  autoria do médico Andrew Wakefield, alegava que 12 crianças que eram  normais até receberem a vacina tríplice viral se tornaram autistas  depois de desenvolverem inflamações intestinais. O estrago provocado foi  grande. Após a divulgação da pesquisa, muitos pais optaram por deixar  de vacinar os filhos contra as doenças infantis. Como resultado, houve  um aumento dos casos de sarampo na Europa e nos Estados Unidos, onde a  ideia de que vacinas fazem mal também prosperou. Em 2008, tanto o País  de Gales quanto a Inglaterra registraram epidemias de rubéola.</p>
<p>O estudo, porém, era uma fraude. O jornalista Brian Deer desmascarou Wakefield, no <em>British Medical Journal</em>,  ao provar que cinco das 12 crianças já tinham problemas de  desenvolvimento, fato encoberto pelo médico. Várias pesquisas e  investigações (britânica, canadense e americana) foram feitas depois do  controvertido estudo, que só levou em conta a pequena amostragem de 12  crianças, e não encontraram relação entre o aparecimento do autismo e a  vacina tríplice.</p>
<p>Wakefield perdeu a licença médica, mas continua com certo prestígio nos  Estados Unidos, onde vive e ainda defende a ideia de que vacinas podem  causar autismo. Influenciada por Wakefield, uma celebridade de miolo  mole chamada Jenny McCarthy, cujas grandes credenciais científicas  incluem ser ex-namorada de Jim Carrey e ex-coelhinha da Playboy, atribui  o autismo de seu filho às vacinas e vai frequentemente à TV convencer  os pais a não vacinarem seus filhos. O resultado da nefasta dupla ainda  pode ser sentido em dois continentes. De acordo com o Centro Europeu  para Prevenção e Controle de Doenças, em 2011 foram registrados 30.567  casos de sarampo em 29 países da Europa. Em 2009, foram 7.175. Nos  Estados Unidos, o estado de Indiana registrou 14 casos de sarampo, em  fevereiro, depois que duas pessoas contaminadas foram assistir aos jogos  do Super Bowl. Dos contaminados, 13 não haviam sido imunizados.</p>
<p>No Brasil, surtos do gênero ainda são pequenos. No estado de São Paulo,  foram registrados, em 2011, 26 casos de sarampo. Desses, 60% ocorreram  em pessoas não vacinadas — sete em crianças menores de um ano, cinco em  indivíduos não vacinados por opção e quatro casos sem vacina  documentada. Já na capital paulista foram 13 casos, com 10 ocorrendo em  função da falta de vacina. O surto teve início em uma creche no bairro  do Butantã, em seis bebês menores de um ano (idade indicada para a  primeira dose), passando para quatro crianças com idades entre cinco e  10 anos (que não haviam sido imunizadas). &#8220;Esses surtos costumam  acontecer em bolsões pequenos, porque essas crianças não vacinadas  frequentam as mesmas escolas. Mas há sempre o risco, porque o vírus  continua em circulação&#8221;, diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em  Saúde do Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Dentro da lei —</strong> A garantia da vacinação está, no  entanto, institucionalizada no Estatuto da Criança e do Adolescente  (ECA). Consta no artigo quarto que é dever da família assegurar a  efetivação dos direitos à saúde. Não há, no entanto, nenhuma  fiscalização que obrigue os pais a vacinar corretamente os filhos. Mas,  de acordo com Ricardo Cabezón, presidente da Comissão de Estudos do ECA  da Ordem dos Advogados de São Paulo, cabe aos pais gerenciar esses  direitos, e não dispor deles. &#8220;Se a criança vier a adoecer em função de  uma falha na vacinação, isso pode levar à perda do poder familiar. Os  pais podem responder por crime de abandono, omissão dolosa ou culposa&#8221;,  diz.</p>
<p>Para o advogado, há uma diferença entre a escolha pessoal entre  diversos tratamentos (que podem ser guiados pelas crenças e filosofias  dos pais) e a recusa dos mesmos. &#8220;Só se pode tomar uma decisão como essa  quando há embasamento científico que o fundamente. Não vai vacinar  porque tem medo de alguma complicação? Então, tenha todas as provas  científicas emitidas por autoridades médicas&#8221;, diz. Do contrário,  garante Cabezón, os pais correm o risco até mesmo de perder a guarda da  criança. &#8220;Há uma série de medidas que um juiz pode tomar para garantir o  direito da criança à saúde.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/vacina-tabela-info-20120308-original.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1043" title="vacina-tabela-info-20120308-original" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/vacina-tabela-info-20120308-original.jpg" alt="" width="620" height="1014" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas">Veja.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homens devem se vacinar contra o HPV</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/homens-devem-se-vacinar-contra-o-hpv/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/homens-devem-se-vacinar-contra-o-hpv/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 17:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[hpv homens]]></category>
		<category><![CDATA[vacina HPV]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1038</guid>
		<description><![CDATA[Após anos de debate, as autoridades de saúde federais americanas recomendaram que os meninos sejam vacinados regularmente contra o papilomavírus humano, ou HPV. A vacina vem sendo recomendada para meninas e mulheres desde 2006, sobretudo porque o HPV causa câncer do colo do útero. Contudo, as autoridades de saúde pública não incentivavam o uso da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/02/vacina-hpv-homem.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1039" title="vacina-hpv-homem" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/02/vacina-hpv-homem-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a>Após anos de debate, as autoridades de saúde federais americanas  recomendaram que os meninos sejam vacinados regularmente contra o  papilomavírus humano, ou HPV.</p>
<p>A vacina vem sendo recomendada para meninas e mulheres desde  2006, sobretudo porque o HPV causa câncer do colo do útero. Contudo, as  autoridades de saúde pública não incentivavam o uso da vacina em  meninos, afirmando apenas que eles poderiam receber a vacina para obter  proteção contra verrugas genitais e certos tipos de câncer, e a fim de  ajudar a evitar a propagação do HPV.</p>
<p>Em um novo cronograma de vacinação, publicado na semana passada no  periódico The Annals of Internal Medicine, pela primeira vez os CDC  (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) recomendaram a vacinação de  meninos de 11 e 12 anos e a vacinação tardia de rapazes com idades  entre 13 e 21 anos. O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais  comum nos Estados Unidos.</p>
<p>As vacinas Gardasil e Cervarix protegem contra o HPV tipo 16 e  outras cepas do vírus que causam cânceres e verrugas genitais. O FDA  (Food and Drug Administration), órgão que fiscaliza alimentos e  medicamentos nos Estados Unidos, aprovou em 2009 o uso da vacina  Gardasil em meninos e rapazes com idades entre 9 e 26 anos e, no final  do ano passado, o comitê consultivo federal anunciou que havia votado a  favor da recomendação do uso rotineiro da vacina em garotos.</p>
<p>As recomendações do CDC são normalmente seguidas por médicos e  usadas para determinar a cobertura dos planos de saúde. Muitas  companhias de seguro começaram a oferecer a cobertura da vacina para  meninos depois do anúncio da aprovação pelo FDA, ocorrido em 2009.  Contudo, algumas empresas só passaram a pagar pelas vacinas após o  anúncio do comitê consultivo federal.</p>
<p>A recomendação do comitê foi oficializada após uma nova  revisão de dados mostrando que a vacina é bastante eficaz na prevenção  contra verrugas genitais e alguns tipos de câncer em homens e mulheres,  afirmou Eileen Dunne, epidemiologista dos CDC. A infecção por HPV pode  aumentar o risco de contrair diversos tipos de câncer, incluindo o  câncer cervical, anal e de orofaringe, que ocorre na parte de trás da  língua e da garganta.</p>
<p>A nova recomendação acontece logo após a divulgação, no mês  passado, de um relatório demonstrando que cerca de um em cada 15  americanos está infectado com o HPV oral. O relatório também descobriu  que o vírus é cerca de três vezes mais comum em homens do que em  mulheres.</p>
<p>Presente geralmente na região genital, o HPV ataca até 80% de  homens e mulheres em determinado momento da vida. Contudo, ele pode ser  transmitido para a boca por meio do contato íntimo, inclusive pelo sexo  oral, aumentando o risco de contrair câncer de garanta. Um estudo  descobriu no ano passado que os cânceres de garanta causados pelo HPV  tipo 16 triplicaram nos últimos 20 anos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/homens-devem-se-vacinar-contra-o-hpv-09022012-24.shl">Info Abril</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/homens-devem-se-vacinar-contra-o-hpv/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Governo inclui duas novas vacinas no calendário infantil</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/governo-inclui-duas-novas-vacinas-no-calendario-infantil/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/governo-inclui-duas-novas-vacinas-no-calendario-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 01:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[calendários de vacinas]]></category>
		<category><![CDATA[vacina pólio]]></category>
		<category><![CDATA[vacina pentavalente]]></category>
		<category><![CDATA[vacina poliomielite]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1033</guid>
		<description><![CDATA[O governo federal anunciou, no dia 18 de janeiro de 2012, a introdução de duas novas vacinas no calendário básico de vacinação infantil. Serão introduzidas, a partir do segundo semestre, a vacina injetável contra a poliomielite (conhecida como Salk) e a vacina pentavalente, que reúne em uma única dose imunizações contra cinco doenças. Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/01/polio_02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1034" title="polio_02" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2012/01/polio_02-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>O governo federal anunciou, no dia 18 de janeiro de 2012, a   introdução de duas novas vacinas no calendário básico de vacinação   infantil. Serão introduzidas, a partir do segundo semestre, a vacina   injetável contra a poliomielite (conhecida como Salk) e a vacina   pentavalente, que reúne em uma única dose imunizações contra cinco   doenças.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, as duas novas vacinas  serão utilizadas a  partir do mês de agosto. A dose injetável contra a  pólio, contudo, será  aplicada apenas nas crianças que estão iniciando o  calendário de  vacinação.</p>
<p>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre  Padilha, a introdução da vacina  injetável contra a pólio, feita com o  vírus inativo, reduz riscos de  possível contágio pela doença. No ano  passado, informou, foram  registrados dois casos suspeitos de paralisia  supostamente causados pela  aplicação da vacina oral (conhecida como  Sabin). &#8220;Com a aplicação da  dose injetável, o risco é quase nulo&#8221;,  afirmou.</p>
<p>Ao todo, serão 8 milhões de doses da nova vacina, que já começaram a ser compradas pelo governo a partir de dezembro de 2011.</p>
<p>A  aplicação da dose injetável não irá retirar do calendário de  vacinação  as doses orais, já aplicadas nas campanhas de imunização.  Segundo o  governo, será aplicado um esquema sequencial, com as duas  vacinas. A  imunização injetável será aplicada aos dois e aos quatro  meses de  idade, e a vacina oral será usada nos reforços, aos seis e aos  15 meses  de idade.</p>
<p>&#8220;Vamos adotar como uma fase de transição a vacinação combinada&#8221;, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.</p>
<p>Já  a vacina pentavalente reunirá em uma única dose imunizações contra   difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo B e hepatite B.   Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas  vacinas  separadas.</p>
<p><strong>Novo calendário</strong></p>
<p>Outra  mudança será feita no calendário básico de vacinação a partir do   segundo semestre. Antes, a criança precisava ser vacina do nascimento   até os seis meses, sem intervalo, e com doses de imunizações   diferenciadas contra as doenças. Agora, a vacina contra BCG e Hepatite B   será feita ao nascer e depois somente com dois meses, onde receberão a   dose da nova vacina pentavalente e da poliomelite inativada.</p>
<p>As  outras duas vacinas que antes eram aplicadas aos dois meses &#8211; vacina   oral Rotavírus Humano e vacina pneumocócida 10 &#8211; seguirão mantidas de   forma igual no calendário. As segundas doses das vacinas de poliomielite   inativada e da pentavalente serão realizadas aos quatro meses.</p>
<p>A  vacina pentavalente ainda terá uma terceira dose de aplicação, aos   seis meses. Neste período, a criança também receberá a dose da vacina   oral contra a poliomelite e a vacina pneumocócica 10.</p>
<p>&#8220;Ao fato  de estarmos introduzindo a pentavalente reduz uma picada a  mais nas  crianças, e isto faz com que a nova picada da vacina ativada  não seja  um esforço a mais na vacinação das nossas crianças&#8221;, disse o  ministro  da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/governo-inclui-duas-novas-vacinas-no-calendario-infantil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vacina para H1N1 é segura para portadores de doenças autoimunes</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/vacina-para-h1n1-e-segura-para-portadores-de-doencas-autoimunes/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/vacina-para-h1n1-e-segura-para-portadores-de-doencas-autoimunes/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacina gripe]]></category>
		<category><![CDATA[vacina gripe suina]]></category>
		<category><![CDATA[vacina h1n1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1029</guid>
		<description><![CDATA[Portadores de doenças reumáticas autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, apresentam maior risco de infecção do que a população em geral. Por conta disso, precisam ser vacinados contra novos vírus, como o H1N1, causador da gripe suína. Mas não se sabia se as vacinas desenvolvidas para combater esse subtipo do vírus da influenza apresentavam riscos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacina-mulheres-hpv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1030" title="vacina mulheres hpv" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/vacina-mulheres-hpv.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Portadores de doenças reumáticas autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, apresentam maior risco de infecção do que a população em geral. Por conta disso, precisam ser vacinados contra novos vírus, como o H1N1, causador da gripe suína. Mas não se sabia se as vacinas desenvolvidas para combater esse subtipo do vírus da influenza apresentavam riscos e seriam eficazes para esses pacientes.</p>
<p>Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) comprovou a imunogenicidade e a segurança da vacina contra o H1N1 em pacientes com doenças reumáticas autoimunes e em pessoas submetidas à terapia imunossupressora, como as com câncer ou as que receberam transplante.</p>
<p>Os resultados da pesquisa, que recebeu apoio da Fapesp, foram apresentados no Encontro Científico Anual do Colégio Americano de Reumatologia (ACR, na sigla em inglês), que ocorreu nos dias 4 a 9 de novembro em Chicago, nos Estados Unidos, e publicados anteriormente nos Annals of the Rheumatic Diseases.</p>
<p>Durante o estudo, foram avaliados e vacinados contra o H1N1 1.668 pacientes diagnosticados com artrite reumatoide, espondiloartrites, lúpus eritematoso sistêmico, dermatomiosite, doença mista do tecido conectivo, vasculites sistêmicas, esclerose sistêmica, síndrome de Sjögren, síndrome antifosfolípide e artrite idiopática juvenil, entre outras, atendidos no ambulatório do Hospital das Clínicas e na Unidade de Reumatologia Pediátrica do Instituto da Criança da USP.</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/ciencia/noticias/vacina-para-h1n1-e-segura-para-portadores-de-doencas-autoimunes">Exame</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/vacina-para-h1n1-e-segura-para-portadores-de-doencas-autoimunes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diagnóstico precoce da meningite pode salvar vidas</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/diagnostico-precoce-da-meningite-pode-salvar-vidas/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/diagnostico-precoce-da-meningite-pode-salvar-vidas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 15:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[meningite]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas meningit]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1024</guid>
		<description><![CDATA[Todo ano é a mesma coisa. Basta que o verão se aproxime para que os números de casos de meningite se espalhem. São as chamadas meningites benignas de verão, geralmente causadas pelo vírus enterovírus, e acomete principalmente crianças. O diagnóstico precoce continua sendo a principal arma para a agilidade no tratamento. A demora no diagnóstico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/meningite1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1025" title="meningite1" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/meningite1.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>Todo ano é a mesma coisa. Basta que o verão se aproxime para que os  números de casos de meningite se espalhem. São as chamadas meningites  benignas de verão, geralmente causadas pelo vírus enterovírus, e acomete  principalmente crianças. O diagnóstico precoce continua sendo a  principal arma para a agilidade no tratamento. A demora no diagnóstico  pode levar a complicações neurológicas. O laboratório Senne Líquor  Diagnóstico, especializado em líquido cefalorraqueano (líquor),  destaca-se como um dos mais respeitados centros de diagnóstico e  acompanhamento da doença no país. Em Campinas, o atendimento é feito  mediante agendamento prévio. O laboratório está localizado na Avenida  Barão de Itapura, 2310, Conj. 34, Jd. Guanabara.</p>
<p>De acordo com o patologista clínico e diretor presidente do Senne  Líquor Diagnóstico, Carlos Senne, o exame de líquor é o único capaz de  diagnosticar a doença assim que os primeiros sintomas se manifestem.  “Por ser um líquido límpido e incolor, o aspecto do líquor no momento da  coleta já diz muita coisa, se tiver turvo, o diagnóstico é imediato. O  tipo de meningite (bacteriana ou viral) dependerá da análise  laboratorial do material colhido”, esclarece Senne.</p>
<p>Segundo o especialista, as meningites de verão, ou virais como são  conhecidas, possuem sintomas como febre, dor de cabeça, rigidez da nuca,  inapetência e irritação. Uma vez que os exames tenham comprovado  tratar-se de meningite viral, a conduta medica é acompanhamento com  analgésicos, anti hemeticos (vômitos) e hidratação, como acontece com  outras viroses. Nos casos mais agudos, há necessidade de hidratação  parenteral (veia) em hospital. O uso de antibiótico é permitido somente  em caso de dúvidas”, aconselha.</p>
<p>As meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas  imediatamente em ambiente hospitalar. Os principais agentes causadores  da doença são as bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos,  transmitidas pelas vias respiratórias ou associadas a quadros  infecciosos de ouvido, por exemplo. “Os sintomas aparecem em pouco  tempo, são eles: febre alta, mal estar, vômitos, dor forte de cabeça e  no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes,  manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Esse é um sinal de que a  infecção está se alastrando rapidamente pelo sangue e o risco de  septicemia aumenta muito. Nos bebês, a moleira fica elevada”, esclarece.</p>
<p>Os conselhos preventivos são para lavar bem as mãos, evitar contato com  pessoas suspeitas, evitar o uso de talheres, copos e lenços de pessoas  suspeitas e também aglomerações.</p>
<p>Fonte: <a href="http://primeiraedicao.com.br/noticia/2011/11/08/diagnostico-precoce-da-meningite-pode-salvar-vidas">Primeira Edição</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/diagnostico-precoce-da-meningite-pode-salvar-vidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novas vacinas reduzem internações por pneumonia</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/novas-vacinas-reduzem-internacoes-por-pneumonia/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/novas-vacinas-reduzem-internacoes-por-pneumonia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 18:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacina gripe]]></category>
		<category><![CDATA[vacina pneumonia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1019</guid>
		<description><![CDATA[Levantamentos preliminares do Ministério da Saúde, e publicadas no estudo Saúde Brasil 2010, comprovam impacto significativo das vacinas contra a Influenza A (H1N1) e anti-pneumocócica na redução de internações por pneumonia nos hospitais do Sistema Único de Saúde. A avaliação foi feita em dez municípios: São Paulo, Salvador, Recife, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/gd_2608vacinacao1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1020" title="gd_2608vacinacao1" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/gd_2608vacinacao1-300x200.jpg" alt="" width="242" height="161" /></a>Levantamentos preliminares do Ministério da Saúde, e publicadas no estudo Saúde Brasil 2010, comprovam impacto significativo das vacinas contra a Influenza A (H1N1) e anti-pneumocócica na redução de internações por pneumonia nos hospitais do Sistema Único de Saúde. A avaliação foi feita em dez municípios: São Paulo, Salvador, Recife, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, e considerando dois períodos – de 2005 a 2008 e os anos de 2009 e 2010 (antes e depois da pandemia de influenza). Em 2010, a vacina pneumocócica conjugada foi introduzida no calendário básico de imunização infantil (menores de 2 anos) e o Brasil vacinou mais de 88 milhões de pessoas contra a influenza H1N1. Neste ano, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra i nfluenza. Além de idosos e populações indígenas, atendidos desde 1999, passaram a ser imunizadas crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais da saúde.</p>
<p>As pneumonias são responsáveis por altas taxas de internações e mortalidade, especialmente entre crianças menores de cinco anos. Cerca de 15 milhões de crianças são hospitalizadas por ano, por pneumonia, em países em desenvolvimento. A doença figura como uma das principais causas de mortalidade infantil e das principais causas de morte prevenível por vacinação em crianças sendo responsável por cerca de 20% dos 8,8 milhões de óbitos anuais em todo o mundo. O pneumococo contribui com percentual entre 60% e 75% das pneumonias bacterianas.</p>
<p>A pneumonia é uma importante causa de hospitalização no SUS. Em 2009, o número de hospitalizações por pneumonia no Brasil cresceu cerca de 20% &#8211; em maio deste ano foi notificado o primeiro caso de H1N1. O monitoramento das internações por influenza e pneumonia é um dos componentes do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza no Brasil que tem como objetivo avaliar a tendência desse problema e identificar eventuais mudanças no seu padrão de ocorrência.</p>
<p>A queda no número de hospitalizações por pneumonia após a campanha de vacinação contra a Influenza H1N1 e a introdução da vacina anti-pneumocócica na rotina de vacinação das crianças, ambas em 2010, pode ser observada na tabela abaixo.  Em todos os municípios estudados, as maiores coberturas para a vacina H1N1 foram em menores de 2 anos, seguida dos adultos jovens (20 a 39 anos). O maior impacto na redução de hospitalizações por pneumonia em menores de 2 anos foi em Curitiba (redução de 34%) onde ambas as vacinas apresentaram as maiores coberturas vacinais.</p>
<p>INTERNAÇÕES &#8211; A redução de internações por pneumonia observada na faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos provavelmente está associado às duas vacinas (anti-pneumocócica e contra a influenza H1N1). Como dito anteriormente, a maior redução foi observada em Curitiba, seguida por Fortaleza (31,1%), Goiânia (29,9%), Recife (21,7) e Porto Alegre (19,5%). As demais faixas etárias receberam apenas a vacina contra a influenza H1N1. Na faixa etária que vai de 2 a 4 anos a maior redução também foi em Curitiba (23%) coincidindo com a maior cobertura vacinal, seguida de Fortaleza (20,3%), Recife (19%) e Goiânia (7,2%). Os adultos jovens (20 a 29 e 30 a 39 anos) também foram vacinados contra influenza H1N1, era o grupo mais afetado pela gripe pandêmica. Na faixa etária de 20 a 29 anos a maior redução foi em Rec ife (52%), seguida de Curitiba (46,9%), Goiânia (45,5%) e São Paulo (37%). A redução entre os adultos de 30 a 39 anos foi maior em Recife (34,3%), seguida por Fortaleza (33%) e Curitiba (31,7%). As outras faixas etárias não faziam parte do público-alvo prioritário, foram vacinados apenas em situações especiais – obesidade mórbida, doença crônica, doença respiratória, entre outras.</p>
<p>CONCLUSÃO &#8211; O estudo comprova, embora curto espaço de tempo, o rápido impacto das duas vacinas nas internações no ano de 2010. A comprovação atesta o que já foi observado em outros países onde a vacina anti-pneumocócica foi introduzida no calendário vacinal. O estudo brasileiro de avaliação do impacto das duas vacinas continuará, ampliando o período observado e as técnicas estatísticas, com isso, a expectativa é de que as avaliações sejam mais precisas e aprofundadas com um período maior de seguimento sobre impacto das vacinas na redução das internações por pneumonia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=77906">Pantanal News</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/novas-vacinas-reduzem-internacoes-por-pneumonia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sarampo: por que precisamos nos vacinar?</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/sarampo-por-que-precisamos-nos-vacinar/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/sarampo-por-que-precisamos-nos-vacinar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 20:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacina sarampo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1014</guid>
		<description><![CDATA[O sarampo mata, anualmente, cerca de 100 mil pessoas em todo o mundo. A doença é altamente contagiosa e responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas por ano no mundo. Em 1992, o Brasil lançou seu programa de eliminação do sarampo e registrou a última epidemia da doença entre 1996 e 1997. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-sarampo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1015" title="vacina-sarampo" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-sarampo.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>O sarampo mata, anualmente, cerca de 100 mil pessoas em todo o mundo. A doença é altamente contagiosa e responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas por ano no mundo.</p>
<p>Em 1992, o Brasil lançou seu programa de eliminação do sarampo e registrou a última epidemia da doença entre 1996 e 1997. O País foi o primeiro nas Américas a entregar um relatório para certificação de eliminação do sarampo, no ano passado.</p>
<p>Mas desde o ano passado estão sendo registrados dezenas de casos nos Estados da Paraíba, Rio Grande do Sul e Pará. Este ano o número de ocorrências também está preocupando a população e autoridades.</p>
<p>Acredita-se que estas ocorrências estejam relacionadas a vírus importados da África do Sul e da Europa, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>Entre os principais sintomas do sarampo estão: manchas avermelhadas na pele, que começam no rosto e seguem em direção aos pés, febre, tosse, mal-estar, conjuntivite, coriza, perda do apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/sarampo-por-que-precisamos-nos-vacinar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dose inicial de vacina contra sarampo deve ser dada aos 12 meses</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/dose-inicial-de-vacina-contra-sarampo-deve-ser-dada-aos-12-meses/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/dose-inicial-de-vacina-contra-sarampo-deve-ser-dada-aos-12-meses/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[vacina sarampo]]></category>
		<category><![CDATA[vacina sarampo adultos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina sarampo bebês]]></category>
		<category><![CDATA[vacina sarampo crianças]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1012</guid>
		<description><![CDATA[Para crianças de até 6 anos, o calendário básico de imunização prevê a primeira dose contra o sarampo aos 12 meses de vida e uma segunda dose entre 4 e 6 anos Pessoas entre 7 e 19 anos devem tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Para adultos entre 20 e 50 anos, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para crianças de até 6 anos, o calendário básico de imunização prevê a  primeira dose contra o sarampo aos 12 meses de vida e uma segunda dose  entre 4 e 6 anos Pessoas entre 7 e 19 anos devem tomar duas doses, com  intervalo de 30 dias. Para adultos entre 20 e 50 anos, é recomendada  apenas uma dose.</p>
<p>Como o vírus do sarampo está em circulação tanto  nos Estados Unidos como na Europa, a Agência Nacional de Vigilância  Sanitária (Anvisa) recomenda aos viajantes que busquem um posto de  vacinação antes de deixar o País.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/saude/noticia/2011/10/17/dose-inicial-de-vacina-contra-sarampo-deve-ser-dada-aos-12-meses-303984.php">NE10</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/dose-inicial-de-vacina-contra-sarampo-deve-ser-dada-aos-12-meses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RJ: Rede pública de saúde terá de vacinar contra o vírus HPV</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/rj-rede-publica-de-saude-tera-de-vacinar-contra-o-virus-hpv/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/rj-rede-publica-de-saude-tera-de-vacinar-contra-o-virus-hpv/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
		<category><![CDATA[vacina HPV]]></category>
		<category><![CDATA[vacina sus hpv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1008</guid>
		<description><![CDATA[A vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) passará a ser oferecida gratuitamente pela rede estadual de saúde do Rio às mulheres. A medida foi determinada pela lei 6.060/11, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial de ontem. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, porém, ainda não há prazo para que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-mulheres-hpv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1009" title="vacina mulheres hpv" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vacina-mulheres-hpv.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>A vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) passará a ser oferecida gratuitamente pela rede estadual de saúde do Rio às mulheres. A medida foi determinada pela lei 6.060/11, sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial de ontem. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, porém, ainda não há prazo para que a vacina seja oferecida, e ainda será estabelecida a faixa etária para a qual o produto será oferecido.</p>
<p>O texto foi proposto pelos deputados Bernardo Rossi e Rafael Picciani (PMDB). Para eles, a vacinação servirá como importante instrumento no combate ao câncer de colo de útero — que tem como principal causa o HPV. Hoje, a vacina é oferecida somente na rede privada, e custa cerca de R$ 350. “A vacinação não vem sozinha. Também será feita campanha de conscientização, fundamental para a diminuição da incidência desse câncer que, depois do de mama, é o que mais mata mulheres no País”, disse Picciani.</p>
<p>“A curto prazo, teremos um impacto na redução das verrugas genitais e, a longo prazo, uma redução importante nos casos de tumores”, completou o infectologista do Laboratório Lâmina, Alberto Chebabo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/10/rede_publica_de_saude_tera_de_vacinar_contra_o_virus_hpv_198364.html">O Dia online</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/rj-rede-publica-de-saude-tera-de-vacinar-contra-o-virus-hpv/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nova vacina pode tornar a aids inofensiva</title>
		<link>http://www.calendariodevacinas.com.br/nova-vacina-pode-tornar-a-aids-inofensiva/</link>
		<comments>http://www.calendariodevacinas.com.br/nova-vacina-pode-tornar-a-aids-inofensiva/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 13:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Calendário de Vacinas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina aids]]></category>
		<category><![CDATA[vacina hiv]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.calendariodevacinas.com.br/?p=1004</guid>
		<description><![CDATA[A aids nunca esteve tão próxima de seu fim como doença letal. O Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha (CSIC, na sigla em espanhol) anunciou nesta quarta-feira uma vacina capaz de provocar uma resposta imunológica contra o vírus HIV em 90% dos casos. A pesquisa, que já está na fase clínica, sendo testada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1005" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pesquisador.jpg"><img class="size-full wp-image-1005" title="pesquisador" src="http://www.calendariodevacinas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pesquisador.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Mariano Esteban, pesquisador do Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha e responsável pelo desenvolvimento da vacina</p></div>
<p>A aids nunca esteve tão próxima de seu fim como doença letal. O  Conselho Superior de Pesquisa Científica da Espanha (CSIC, na sigla em  espanhol) anunciou nesta quarta-feira uma vacina capaz de provocar uma  resposta imunológica contra o vírus HIV em 90% dos casos. A pesquisa,  que já está na fase clínica, sendo testada em humanos, mostrou que,  mesmo um ano após receber a vacina, 85% dos voluntários ainda mantinham a  imunidade.</p>
<p>&#8220;Se tudo der certo, o HIV representará, no futuro, o que o vírus da  herpes representa hoje: uma infecção menor que só atinge pessoas com o  sistema imunológico debilitado”, afirmou nesta quarta-feira o  pesquisador Mariano Esteban, do Centro Nacional de Biotecnologia da  Espanha, vinculado ao CSIC, responsável pelo desenvolvimento da vacina.</p>
<p>A pesquisa, publicada nos periódicos <em>Vaccine </em>e no <em>Journal of Virology</em>,  além de eficaz, se mostrou perfeitamente segura. Por isso, será  administrada, em sua fase 2 de testes clínicos, em voluntários já  infectados pelo vírus, como forma de determinar sua eficácia não apenas  na prevenção, mas também no tratamento da doença. &#8220;Já provamos que a  vacina pode ser preventiva. Em outubro, vacinaremos pessoas infectadas  com HIV&#8221;, disse Felipe García, do Hospital Clínic de Barcelona, que  participou dos testes com os voluntários.</p>
<p><strong>Como funciona — </strong>Quando administrada em voluntários  saudáveis, a vacina faz com que o sistema imunológico detecte e aprenda a  combater componentes do vírus. &#8220;É como mostrar uma fotografia do vírus  HIV ao sistema imunológico para que ele possa reconhecê-lo quando o vir  novamente no futuro&#8221;, disse Mariano Esteban.</p>
<p>As principais células de defesa do organismo são os linfócitos T e B.  As células B são responsáveis pela chamada imunidade humoral, que ataca  as partículas de HIV antes que elas infectem as células. As células de  defesa T induzem a imunidade celular, que detecta e destrói as células  já infectadas.</p>
<p>A vacina funciona estimulando a produção dessas células. Testes feitos  nos 24 voluntários que participaram da pesquisa, um ano depois de  receber a vacina, mostraram que a produção de ambos os tipos de células  de defesa aumentou em até mais de 70%, enquanto no grupo controle (seis  voluntários que não tomaram a vacina) não houve aumento.</p>
<p><strong>Memória — </strong>Para que a vacina seja realmente eficaz, é  preciso que ela produza linfócitos especiais com &#8220;memória&#8221;, formados  após o primeiro ataque do vírus. Elas ficam no corpo por anos, à  espreita de uma nova investida do vírus.<br />
Novamente, testes feitos um ano após a aplicação da vacina mostraram  que, em 85% dos voluntários, 50% das células de defesa eram linfócitos T  com memória.</p>
<p>No entanto, segundo Esteban, a vacina não é capaz de eliminar  totalmente o vírus HIV do organismo. &#8220;Mas a imunidade celular que a  vacina produz faz com que o vírus fique sob controle&#8221;, diz o pesquisador  espanhol. &#8220;Se o vírus tentar entrar na célula, o sistema imunológico  desativará o vírus e destruirá a célula infectada.&#8221;</p>
<p>Até agora, a única vacina contra o HIV que chegou à terceira fase de  testes clínicos foi feita na Tailândia. As duas primeiras fases testam a  toxicidade do composto e sua eficácia, enquanto a terceira e a quarta  examinam a posologia do remédio. Como gerou uma defesa de apenas 27%,  não pôde ser utilizada na população.</p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/nova-vacina-pode-tornar-a-aids-inofensiva">Veja.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.calendariodevacinas.com.br/nova-vacina-pode-tornar-a-aids-inofensiva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

